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TéCNICAS MENOS INVASIVAS E MAIS EFICAZES NO TRATAMENTO DO JOANETE

Joanete é uma deformidade que ocorre em um dos ossos do peito do pé, o primeiro metatarso: ele se desloca para medial e leva ao desvio do hallux, o “dedão do pé”, para lateral, o que gera dor e dificuldade para o uso de calçados. “Ao contrário do que se pensa comumente, não ocorre crescimento de osso e ou cartilagem, e sim o desvio do eixo do primeiro metatarso”, explica o ortopedista da clínica IOT, especialista em pé e tornozelo, Dr. Cristhopher Lucca Stoffel. Além do Dr. Cristhopher, mais dois cirurgiões especialistas em cirurgia do pé e tornozelo, Dr. Everton de Lima e Dr. Gilberto Matos do Nascimento, atendem todos os dias pacientes com joanete. A média de cirurgias é de aproximadamente 15 por mês.

 

As causas 
De acordo com o especialista, as principais causas do joanete são a herança genética e o uso frequente de calçados de bico fino. “Pode ocorrer também de forma traumática, na qual uma batida ou contusão leva à lesão da cápsula ligamentar e ao surgimento do joanete”, revela o ortopedista. O problema é mais comum em mulheres porque o formato de muitos calçados femininos, que comprimem a frente do pé, leva ao surgimento da deformidade e ou agrava os sintomas do joanete. Por isso, evitar calçados que comprimam a frente do pé, como bico fino, é uma maneira de evitar ou desacelerar a progressão dos sintomas. Stoffel ressalta que, no entanto, nos casos em que a origem é genética não tem como evitar o aparecimento, é possível apenas evitar os sintomas ao utilizar-se calçados com a frente ampla. “Sabe-se que medidas como espaçadores e protetores de silicone não previnem o aparecimento ou agravo da deformidade, servem apenas para alívio dos sintomas em alguns casos”, explica o ortopedista.

 

Tratamento seguro e eficaz
Stoffel comenta que existem medidas para alívio dos sintomas do joanete, como mudança de calçados e protetores de silicone, porém estas intervenções são limitadas quanto ao resultado. “A maneira de tratamento definitivo é a correção cirúrgica. Existem diversas técnicas cirúrgicas descritas e, atualmente, elas estão melhores e menos invasivas”. O médico explica que os casos cirúrgicos devem ser avaliados individualmente, de acordo com a particularidade de cada paciente, pois o resultado da cirurgia está diretamente relacionado ao uso da técnica adequada para cada caso. Ele revela que as correções são muito satisfatórias, tanto esteticamente, quanto funcionalmente. Os casos de recidiva são raros. “Recomendamos sempre procurar um ortopedista especialista em cirurgia do pé e tornozelo para a realização da correção cirúrgica adequada”, frisa o especialista.

 

Rápida recuperação
A recuperação também está cada vez mais rápida e segura, pois na grande maioria dos casos, mesmo nos casos em que os dois pés passam por cirurgia, as pacientes saem caminhando do hospital, com o uso de sandálias especiais para o pós-operatório. “Estas sandálias são usadas em média por um mês e meio após a cirurgia. Liberamos para o retorno ás atividades físicas, em média, com três meses de pós-operatório”, destaca o especialista. 



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