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DIAGNÓSTICO PRECOCE PARA A DOR NO PUNHO

As doenças que acometem o punho devido a fatores como esforço repetitivo e envelhecimento, sem história de trauma (acidente, queda,fratura), são bastante comuns nos consultório de ortopedia. Na Clínica IOT os ortopedistas especialistas em Mão e Microcirurgia atendem, em média,12 a 16 casos destes pacientes por semana.

 

O ortopedista especialista em Mão e Microcirurgia do IOT, Dr. Antônio Severo, explica que as doenças mais comuns no punho são as artroses, a doença De Quervain, dedo ou polegar em gatilho e a síndrome do túnel carpinano. Ele ressalta que existem grupos de risco para as doenças: os profissionais que realizam atividades de repetição sem um reforço muscular e alongamento apropriado para as mãos como donas de casas, trabalhadores da construção civil, mecânicos, programadores, médicos, dentistas, indústrias em geral, escriturários, advogados, atletas, entre outros. “A notícia boa é que é possível prevenir estas doenças, basta realizar atividades físicas para reforço muscular (impedindo a frouxidão ligamentar) e também com alongamentos das estruturas músculo articulares, facilitando a circulação (removendo os radicais livres, isto é, resíduos inflamatórios)”, diz o médico. O ortopedista frisa que o diagnóstico precoce é essencial para o tratamento, por isso é importante buscar ajuda especializada quando sentir dor no local.

 

Com exame clínico e complementar (radiografia, ultra-som, eletroneuromiografia, ressonância...), o médico especialista pode identificar corretamente a patologia e seu tratamento. “Procurar rapidamente o especialista para que se possa fazer o diagnóstico precoce e iniciar o tratamento conservador (sem a realização de cirurgia) já que ele é mais rápido e eficaz para este tipo de patologia”, frisa o ortopedista.

 

Severo revela que o tratamento conservador é realizado com o uso de medicações para dor e anti-inflamatórios tópicos ou orais, além da utilização de talas para imobilizações nas crises de dor, fisioterapia e orientação na ergonometria de trabalho. “Isto significa modificar o local do trabalho que ocasiona a dor no paciente, modificando altura e distâncias dos móveis ou orientar quanto à maneira de utilizar e pegar os objetos de trabalho”, comenta o médico.

 

Quando o tratamento conservador não for eficaz, opta-se por tratamento cirúrgico. “Em caso cirurgia as recuperações são rápidas e eficazes, geralmente com retorno ao trabalho ou atividade esportiva entre 2 a 4 semanas. Os tratamentos são excelentes, desde que a patologia seja

diagnosticada de forma precoce”, explica.

 

O punho dói! O que pode ser?

 

Guia breve das doenças de punho sem história prévia de trauma:

 

Artroses: desgastes das articulações provocadas por processo natural do envelhecimento ou uso excessivo das articulações, doenças reumáticas ou, por traumas antigos que acometeram o punho. O exemplo mais comum de artrose sem história de trauma é a rizartorose: desgaste da base do polegar cuja causa mais comum é a frouxidão ligamentar que atinge principalmente as mulheres. O principal sintoma é dificuldade em agarrar objetos, em especial se o paciente apresenta a rizartrose.

 

Síndrome De Quervain: inflamação do 1º compartimento extensor no dorso do punho, doloroso com a extensão e flexão do polegar. Essa inflamação dolorosa se dá pelo uso excessivo, provocado pelo movimento constante do punho. Ocorre em trabalhadores industriais escriturários, construção civil, agricultura, oficinas mecânicas, atletas, etc…A patologia de De Quervain também ocorre em gestantes pré, durante ou pós gestação.

A principal queixa é que o paciente não consegue realizar desvios rotacionais do punho devido a dor.

 

Dedo ou polegar em gatilho: inflamação na base do(s) dedo(s) ou polegar, provocado pelo atrito do(s) tendão(ões) com polias existentes na mão. Também provocado por trabalhos de repetições. O dedo mais acometido é o dedo anular. A queixa principal é que o dedo(s) ou o polegar travam (ficam estaqueados) com dor como se fossem um gatilho de revolver.

 

Síndrome do túnel carpiano (STC): compressão do nervo mediano no punho. Mais comum em mulheres, ocorre devido alteração hormonal devido a gestação. Outros desequilíbrios hormonais como a tireoide, diabetes, período pós menopausa e doenças reumáticas podem levar ao STC. Trabalhos de repetição também pode levar a dor e formigamento dos dedos, em especial, durante a noite, acordando o paciente, e, perda da força durante o dia e dificuldade em realizar o movimento de pinça.



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