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OSTEOPOROSE

O conceito de osteoporose abrange aspectos morfológicos e funcionais que correlacionam o comprometimento da estrutura óssea com sua perda de resistência e conseqüentemente aumento de fraturas, mesmo com traumas de pequena intensidade. Essa conceituação é abrangente, portanto se trata mais um conjunto de fatores do que uma enfermidade isolada. Lembrando a epidemiologia e a prevalência, no último censo, o Brasil apresentou 163.275.000 habitantes dos quais 26 á 30 milhões acima dos 50 anos e 19 milhões (12%) acima dos 60 anos. O sexo feminino representa 54% da população brasileira. Com isso, estima-se que uma cifra de 5,5 milhões de indivíduos são vitimas de osteoporose. As mulheres são as mais acometidas, e, através de uma análise de tendências, 25% à 30% de osteoporose nas brancas, 6% à 10% nas negras, e 0,5% nas amarelas na pós-menopausa.

Em relação a possível taxa de fraturas avaliadas nos diferentes locais anatômicos temos:

Coxa:200.000/ano Coluna:400.000/ano Punho: 1.000.000/ano

O diagnóstico clínico é fundamentado na avaliação individual de cada paciente. A osteoporose pode ser assintomática no início quando a diminuição da massa óssea ainda não é acentuada. À medida em que a massa óssea aumenta, os sintomas começam aparecer: perda de altura (curvatura ao longo da coluna), aumento da caixa torácica, diminuição das condições respiratórias, fraqueza muscular, aumento de abdome (barriga), tendência a constipação intestinal, dores ao longo do corpo, em especial nas costas, alteração na marcha e do equilíbrio. Procedimentos por imagem como a radiologia, tomografia computadorizada, densiometria óssea ou marcadores de remodelação óssea não fazem diagnostico de osteoporose. Fazem, isto sim, diagnóstico de perdas de massa óssea.

O diagnóstico é clínico. Alguns fatores de riscos:

Fumo: mais de 20 cigarros / dia Álcool: mais de 3 drinks / dia Sedentarismo / stresse Raça branca Menopausa precoce (antes dos 40 anos) Dieta pobre em cálcio Diabete Melitus Doenças Reumáticas

 

Prevenção

Prática de esportes (caminhadas), cuidados alimentares (alimentos ricos em cálcio), reposição hormonal, controle da diabete e doenças reumáticas (para pacientes portadores dessas doenças), evitar o fumo e bebidas alcoólicas em excesso. Tratamento baseia-se, fundamentalmente, na prevenção e evitar fatores de risco, citados acima.

 

Atualmente, dispõe-se de potentes agentes para prevenir a perda óssea e tratar a osteoporose estabelecida. Pode-se documentar um benefício clínico não apenas na melhora da massa óssea, como também pela redução de fraturas. Alguns dos tratamentos terapêuticos: - Reposição hormonal para mulheres: declínio do estrogênio (hormônio feminino) resulta em reabsorção óssea; necessitando reposição. - Calcitonina: indicado na prevenção da osteoporose para homens e mulheres. - Fluoreto, Risedronato Sódico, Alendronato Sódico e Cloridrato de Raloxifeno: aumenta a massa óssea diminuindo a reabsorção óssea. - Suplementação com vitamina "D" e Cálcio: essenciais para a formação e manutenção da massa óssea.



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